Fontes
De onde vem cada informação deste guia. Os números aparecem nos textos, ao lado de cada afirmação.
- 1 Instituto Butantan. Animais venenosos (cartilha): a diferença entre peçonhentos, que injetam a toxina, e venenosos, que não injetam. Abrir a fonte
- 2 Prefeitura de São Paulo, Hospital do Servidor Público Municipal: o que fazer em acidentes com serpentes, segundo o Ministério da Saúde (lavar com água e sabão, ir ao serviço de saúde; não fazer torniquete nem espremer). Abrir a fonte
- 3 Secretaria da Saúde do Paraná. Acidentes por animais peçonhentos: orientações e prevenção. Abrir a fonte
- 4 Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico, vol. 55, nº 3 (2024): os acidentes com escorpiões (292.440 notificações em 2022) e o escorpião-amarelo. Abrir a fonte
- 5 CNN Brasil. Todos os escorpiões são perigosos? Em 2023, 195.645 acidentes notificados e 152 mortes (Ministério da Saúde). Abrir a fonte
- 6 Instituto Butantan (trabalho de conclusão): a aranha-marrom, a forma mais grave de acidente com aranha, mais no Sul; a armadeira, 42% dos acidentes com aranhas notificados. Abrir a fonte
- 7 Revista Pesquisa FAPESP. São Paulo na Amazônia: o veneno das caranguejeiras é fraco perto do da aranha-marrom (pesquisador do Butantan). Abrir a fonte
- 8 Instituto Butantan. Cartaz: acidente com lagarta Lonomia (o que fazer). Abrir a fonte
- 9 Secretaria da Saúde do Paraná. Acidentes por lagartas e mariposas: lavar com água fria, compressa fria; não fazer torniquete, cortar, espremer nem sugar. Abrir a fonte
- 10 Conselho Federal de Medicina. Anvisa cria o Disque-Intoxicação, 0800 722 6001, gratuito, 24 horas, ligado aos centros de toxicologia (CIATox). Abrir a fonte
- 11 Gazeta SP, com texto do Instituto Butantan: as jararacas causaram 69,3% dos acidentes com serpentes em 2022. Abrir a fonte
- 12 Revista da Associação Médica Brasileira (SciELO). Ofidismo: os acidentes com surucucu e coral são raros. Abrir a fonte
- 13 National Geographic Brasil (2024), com o Instituto Butantan: não dá para separar a coral verdadeira da falsa a olho nu. Abrir a fonte
- 14 Secretaria da Saúde do Paraná. Acidentes por abelhas: tirar os ferrões raspando, sem pinçar o saco de veneno. Abrir a fonte
- 15 Revista Pesquisa FAPESP. Pesquisadores desenvolvem soro contra o veneno de abelhas africanizadas: o perigo das muitas picadas. Abrir a fonte
- 16 Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade: dermatite por potó (Paederus), relato de casos. Abrir a fonte
- 17 Manual MSD. Queimaduras por água-viva (o vinagre não serve para a caravela-portuguesa). Abrir a fonte
- 18 Diário do Nordeste. Queimaduras por caravelas: lavar com água do mar, nunca água doce (Corpo de Bombeiros do Ceará). Abrir a fonte
- 19 Portal Amazônia. Biólogo do INPA explica o que fazer em caso de ferroada de arraia (água quente, sem torniquete, atendimento médico). Abrir a fonte
- 20 Revista Pesquisa FAPESP. Sapo amazônico espirra veneno: um comportamento de algumas espécies, não de todos os sapos. Abrir a fonte
- 21 Olhar Digital (2026), com o Instituto Butantan: inseticida pode espalhar escorpiões; galinha e plantas não resolvem. Abrir a fonte
- 22 National Geographic Brasil (2024), com o Instituto Butantan: quatro fatos sobre as jiboias, que não têm veneno. Abrir a fonte
- 23 National Geographic Brasil (2024), com o Instituto Butantan: cinco características da cascavel. Abrir a fonte
- 24 National Geographic Brasil (2023): a sucuri, a maior cobra do Brasil, que não tem veneno. Abrir a fonte
- 25 Manual MSD. Picadas de abelhas, vespas, vespões e formigas (a pústula da lava-pés, a reação alérgica grave). Abrir a fonte
- 26 National Geographic Brasil (2023). Quais são as picadas mais perigosas do mundo: a tocandira, com dor que pode durar um dia. Abrir a fonte
- 27 Portal Amazônia. Como prevenir e o que fazer em caso de picada por lacraia (lavar, compressa fria, analgésico; sem mortes comprovadas no Brasil). Abrir a fonte
- 28 Secretaria de Estado da Saúde de Goiás. Acidentes por animais peçonhentos: aranhas (armadeira, aranha-marrom e viúva-negra). Abrir a fonte
- 29 Correio Braziliense. O que significa encontrar lagartixas em casa: não são venenosas e comem insetos (especialistas). Abrir a fonte
- 30 Catraca Livre, citando o Instituto Butantan: o opilião não tem glândulas de veneno e não consegue picar uma pessoa. Abrir a fonte
- 31 Secretaria de Estado da Saúde de Goiás. Peixes peçonhentos: arraias e bagres. Abrir a fonte
- 32 Ministério da Saúde. Hospitais de referência para atendimento: os Pontos Estratégicos de Soro Antiveneno (PESA), em cada estado. Abrir a fonte
- 33 Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico, vol. 55, nº 15 (acidentes com serpentes): 342.713 acidentes com animais peçonhentos notificados em 2023 (escorpiões 58,79%, aranhas 12,85%, abelhas 9,85%, serpentes 9,51%, lagartas 2,07%, outros 5,35%) e 143 mortes por serpentes. Abrir a fonte
- 34 Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico, vol. 56, nº 5 (acidentes com escorpiões): 202.714 acidentes em 2023, 58,9% de todos os acidentes com animais peçonhentos. Abrir a fonte
- 35 Bahia Notícias, com dados do Instituto Butantan: os acidentes com animais peçonhentos aumentam cerca de 30% no calor e nas chuvas, sobretudo de dezembro a março. Abrir a fonte
- 36 Tua Saúde (2026), citando o Instituto Butantan: no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste, os escorpiões aparecem mais de setembro a fevereiro. Abrir a fonte
- 37 Petlove. Cachorro picado por cobra: os sinais (inchaço, dor, pele roxa) e o veterinário na hora. Abrir a fonte
- 38 Petscare. Sapos e cães: lavar a boca com água corrente, sem deixar engolir, e ir ao veterinário (salivação, vômito, convulsão). Abrir a fonte
- 39 Jornal de Brasília, com a Agência Brasil (2024): as aranhas são a segunda causa de acidentes, com 43.933 casos em 2023. Abrir a fonte
- 40 Petlove. Cachorro picado por escorpião: o que fazer (veterinário, sem remédio por conta própria). Abrir a fonte
- 41 CNN Brasil. Em 2023, 152 mortes por escorpião no Brasil (Ministério da Saúde). Abrir a fonte
- 42 NSC Total, com a UFRGS: o jararacuçu, uma das cobras mais venenosas do Brasil, da Mata Atlântica do sul da Bahia ao Rio Grande do Sul. Abrir a fonte
- 43 UFRGS, Serpentes de Porto Alegre: a família das jararacas (Viperidae). Abrir a fonte
- 44 Instituto Butantan. Desenhando serpentes: a caninana (não peçonhenta, diurna, até cerca de 2,5 m) e a cobra-cipó (fina, ágil, até cerca de 1 m). Abrir a fonte
- 45 UFSC. Ofidismo em Santa Catarina: as cobras de veneno fraco nos dentes de trás (opistóglifas), como a cobra-cipó, são menos perigosas. Abrir a fonte
- 46 Portal Amazônia. A cobra-de-duas-cabeças não é cobra: é um réptil inofensivo, sem veneno, de uma cabeça só. Abrir a fonte
- 47 Pardal e outros (2014), Journal of Venomous Animals and Toxins: acidentes com Tityus obscurus no Pará, com sensação de choque, tremores e fala enrolada no oeste do estado. Abrir a fonte
- 48 Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Boletim sobre aranhas (2013): a aranha-de-grama e a caranguejeira não representam grande perigo. Abrir a fonte
- 49 Manual MSD. Picadas de ouriços-do-mar: tirar os espinhos logo e pôr o local em água quente, sem queimar. Abrir a fonte
- 50 Jornal de Brasília, com o Ministério da Saúde: ao achar um barbeiro, não esmagar, pegar com luva ou saco plástico, pôr num pote com tampa e levar ao posto de saúde. Abrir a fonte
- 51 National Geographic Brasil (2023). Cinco curiosidades sobre o barbeiro: o parasita da doença de Chagas está nas fezes do inseto. Abrir a fonte
- 52 CNN Brasil. O carrapato deve ser retirado delicadamente, com pinça, sem esmagar (infectologista). Abrir a fonte
- 53 Prefeitura de Belo Horizonte. Febre maculosa: transmissão pelo carrapato-estrela, sintomas e prevenção. Abrir a fonte
- 54 Poder360. A Fiocruz alerta para a meningite transmitida pelo caramujo (comer o caramujo ou o muco dele). Abrir a fonte
- 55 A Gazeta do Acre (2024), com o boletim do Ministério da Saúde: em 2023, Roraima (81,81), Pará (59,63) e Acre (51,83) tiveram mais acidentes com cobras por 100 mil habitantes. Abrir a fonte
- 56 Correio Braziliense. Caramujo-africano: recolher com luvas ou saco plástico, junto com os ovos, fechar o saco e lavar as mãos. Abrir a fonte
- 57 Canaltech, com a Fiocruz: a febre maculosa pode parecer dengue no começo, e o tratamento precisa começar cedo. Abrir a fonte